Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

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Justiça

Publicada em 10/08/17 as 09:03h - 2596 visualizações
Lideranças da etnia Tuxí se revoltam com grupo de pessoas usando sua identidade idígena par usurpar seus direitos

http://www.geraldojose.com.br


reunião  (Foto: http://www.geraldojose.com.br)

Após divulgação neste Blog (veja aqui) e em redes sociais sobre invasão de um grupo de pessoas que se identificaram como povo Tuxí no Polo base de saúde indígena em Juazeiro Bahia, lideranças do Povo Tuxí, Território Tradicional na aldeia Caxoí, Cana Brava, ilha da Várzea, município de Belém do São Francisco em Pernambuco se manifestaram.

Em correspondêmcia enviada a este noticioso Seu Minelvino Inácio da Silva, ancião e pajé do povo disse "minha terra tem tradição, é aqui o chão de meu pai, avô, bisavô e todos os filhos dos meus antepassados são filhos desta terra, mas esse senhor que diz ser Tuxí: Alcindo Feliciano dos Santos anda usando o nome de minha etnia, ele não é de nossa raiz, nem ninguém de seu grupo, que usando nosso nome vá reivindicar benefícios da saúde e fazer baixaria tentando tirar proveito dos nossos direitos". O cacique Gilvan disse que já encontrou o senhor Alcindo nas instâncias jurídicas, pois já travam brigas judiciais para proteger sua identidade e território.

O cacique diz que lamenta ter que vir a público falar de situações própria do seu povo, mas que também não pode se calar diante do ocorrido". "Essas pessoas não são daqui, conheci alguns parentes que saíram de suas terras tradicionais para outro território ou lugar, mas daqui este grupo de pessoas de Abaré na Bahia, não são dos filhos dos nossos antepassados". O pajé falou: "digo que nós, Tuxí do tronco velho, não reconhecemos ninguém desse grupo como parte de nossa descendência Tuxí".

Seu Minelvino argumentou, "De onde vieram estas pessoas que não tem terra tradicional? Tumbalalá, Tuxá, Truká e Tuxí têm, nós estamos em nossas terras tradicionais, e eles estão cassando terra para tomar? Sou da nação Proká, sei onde estou e onde piso. Nosso cruzeiro sagrado é antigo, nunca saiu do lugar, temos nossa ciência, onde começou pelo nossos antepassados e resistimos, com lutas para nossa história e costumes permanecer viva dentro de nós e na nossa geração indígena. Hoje em dia as pessoas pensam que índio é brincadeira, não sabe que tão mexendo com parte da natureza, se fantasia de índio e pronto, mais não é só assim. Já denunciamos no ministério publico de Salgueiro, na Funai em Brasília. Tem processos correndo contra eles" acrescentou.

O cacique Gilvan diz que graças a Tupã está acontecendo o atendimento da saúde indígena ao seu povo, apesar de tudo que sofreram e sofrem, de todas as dificuldades que já enfrentaram e enfrentam "tenho o reconhecimento do meu povo e dos parentes da nossa nação" concluiu.

http://www.geraldojose.com.br





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